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terça-feira, 12 de julho de 2011

Para dominar a raiva

Fonte: Jomar Morais - Revista: Vida Simples - Edição 13 Janeiro 2004


Na Roma antiga, o filósofo estóico Sêneca costumava descrever a raiva como “a mais hedionda e frenética das emoções”. Ela está na raiz da violência que, por sua vez, é uma das principais e mais visíveis ameaças à sobrevivência da humanidade, aos valores humanos e ao ambiente. Nos últimos anos vários estudos científicos comprovam o que a experiência já havia nos ensinado: a raiva e sua forma superlativa – o ódio – enfraquecem as defesas e morte prematura.
O impulso colérico é relacionado até a algumas manifestações do câncer. Além disso, a raiva e ódio podem ser considerados os maiores obstáculos ao desenvolvimento da compaixão e altruísmo. Segundo o Dalai Lama, líder do budismo tibetano, não é possível superar tais emoções apenas suprimindo-as ou fingindo que elas não existem. Deixar a raiva e o ódio fluírem sem controle, na esperança de nos livrarmos deles por sua simples vazão, também não resolve. Nesse caso segundo o psicólogo e pesquisador da raiva, Aaron Siegman, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, há indícios de que é justamente a expressão  repetida da fúria que ocasiona as reações bioquímicas nocivas ao organismo. A solução é evitá-la ou transformá-la pelo cultivo de seus antídotos: a paciência e a tolerância. “Um resultado espontâneo da paciência e da tolerância é o perdão”, diz Dalai Lama.
Em seu livro Medicina Espiritual, o medico Herbet Benson, da Universidade Harvard, propõe uma técnica simples para abortar a raiva onde quer que ela nos surpreenda, inclusive nos congestionamentos de trânsito. Primeiro, pare. Então, respire para liberar a tensão física. Reflita, fazendo perguntas para si mesmo (por exemplo, por que estou nervoso?). E, finalmente, opte. 


Livros: 
Medicina Espiritual - Herbert Benson 
ISBN: 8535202811 - ISBN-13: 9788535202816


Este é um livro inovador, em que o Dr. Herbert Benson trata do encontro da ciência com o surpreendente poder do espírito humano. Segundo ele, os homens estão marcados por uma necessidade genética de cultivar a fé e isto produz um efeito benéfico sobre a saúde física.O médico desenvolve a idéia de bem-estar evocado: um conceito que pode revolucionar a forma como a medicina é praticada no mundo ocidental. Para o Dr. Benson, quando as pessoas evocam a fé ativam dentro de si caminhos neurológicos para a cura.


A Arte da Felicidade - Dalai Lama
ISBN: 853361201X

Ao pesquisar a medicina tibetana, o psiquiatra norte-americano Howard C. Cutler acabou conhecendo o Dalai Lama. Dos inúmeros encontros entre os dois, nasceu este livro que busca orientar o leitor no seu caminho rumo à felicidade.
  

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Memórias de um Sargento de Milícias


Memórias de um Sargento de Milícias é um romance escrito por Manuel Antônio de Almeida, publicado entre 1852 e 1853. Narra a história de Leonardo Pataca, um vadio que acaba se transformando num sargento de milícias.
É um livro marcante na literatura brasileira pois misturou o romantismo da época com algumas características do modernismo, que estava por vir.
Por isso, hoje em dia é literatura obrigatória para os estudantes que pretendem prestar vestibular.
Confira aqui um video do prof. Fernando, do Objetivo de São Carlos, no qual ele explica de uma forma clara e resumida essa obra.

Lembrando que essa é a primeira parte, se quiser, continue assistindo as outras partes que se encontram na parte de sugestões de videos.

Bons estudos!

sábado, 18 de junho de 2011

Elogios

Somos todos carentes de elogios, uns mais outros menos. Para que reconheçamos o seu valor ele tem que partir do outro. O elogio é uma ferramenta importante de estímulo e fundamental quando criança, porém, infelizmente ele diminui quando o exercício passa a ser entre adultos, fase esta em que começam os conflitos. Muitas vezes nos escravizamos em agradar porque precisamos ser elogiados. Quando somos fortemente carentes de elogios, nos tornamos incapazes de receber críticas. Para muitos, a falta de reconhecimento é sinal de descaso, abandono e desamor. Muitas vezes essa busca é porque esquecemos de reconhecer em nós mesmos o nosso próprio valor e o nosso verdadeiro papel em determinadas escolhas. Muitos de nós cobramos de maneira quase obrigatória o elogio daqueles que convivemos.
O pai cobra dos filhos e da esposa elogios e reconhecimento por seus serviços prestados como pai e como investidor. A mãe por sua vez cobra do esposo e dos filhos pelos serviços prestados e pela sua abnegação. Os filhos porque fizeram tudo certinho! E assim, todos esquecem que muitas das suas ações são obrigações morais e necessárias.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Jovens

Jovens não são adultos e nem crianças. Eles podem ser amorosos, brutos, satisfeitos, insatisfeitos, egoístas, caridosos, acomodados, atirados, revoltados, disciplinados, indisciplinados, maduros, imaturos, alegres, tristes, corajosos, medrosos, seguros, inseguros, responsáveis, irresponsáveis, abertos, fechados, bem resolvidos, mal resolvidos, com ou sem adrenalina. E muitos jovens são capazes de sentir todos esses sentimentos ao mesmo tempo.  Como é possível sentir tanta coisa ao mesmo tempo e serem tão orgulhosos e auto-suficientes e que dificilmente procuram ajuda. Pena que muitos deles se perdem primeiro para serem achados.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O melindre

Edvard Munch - O Grito
Estava lendo um livro e me chamou a atenção quando o autor descreve que “os melindres são pequenos sintomas da esquizofrenia”. Puxa! A esquizofrenia é uma doença tão terrível! Conheço várias pessoas com este mal. E como realmente ela se instala? É genética? É adquirida? Passei então a prestar mais atenção em quais os momentos o melindre se manifestava em mim. Confesso que fiquei preocupada e com muita vergonha, porque descobri que ele faz parte de mim. Então comecei a analisá-lo no outro, até mesmo porque eu precisava saber quais eram as minhas reações. Dizem que o outro é o nosso melhor espelho e que o que nos incomoda do outro, é porque nos pertence também. Eu precisava saber se o melindre manifestava-se apenas quando o outro o ativasse, ou eu mesma poderia acioná-lo. O que o outro precisava fazer para ativar este mal em mim? Em que grau está o meu melindre? O que eu precisava fazer para me controlar? E cheguei a conclusão que ele é uma mistura de muitos outros sentimentos, e que na maior parte acontece quando há o excesso de orgulho, de vaidade e de prepotência.
 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Obesidade


O que é obesidade? Como se conquista a obesidade? É uma forma de mostrar a nossa fome sem culpa ou nossos distúrbios emocionais? Segundo especialistas a obesidade pode ser desencadeada por vários fatores como: disfunções diversas ou pela genética. Não ouvi nenhum especialista ter a coragem de dizer que é por falta de respeito e de responsabilidade com o próprio corpo. Quando possuímos aquele corpinho que ainda conseguimos nos enxergar de cima até embaixo sem obstáculos e os nossos exames confirmam que estamos nas condições desejáveis, a nossa atitude é se acomodar. Eu me lembro o dia em que comecei a me enganar. Foi quando engravidei. Comia de tudo porque estava grávida.

domingo, 12 de junho de 2011

Amor

O amor muda? Todo mundo ama? Quem sabe amar? O amor pode ser um só para todos?
O amor não mudou a sua divisão ficou maior. Eu amo meu companheiro, meu filho um, o meu filho dois, porque como vocês sabem ninguém é igual, e companheiro então, é super diferente não tem o mesmo sangue, então ele quer mais sangue do que os que já têm. Ah! Antes que algum machão se ofenda serve para as companheiras também. Continuando... eu amo meu cachorro, eu amo o meu emprego, a minha mãe, meus irmãos, minhas irmãs, os meus amigos e a cada um de um jeito, não porque eu quero, é porque cada um exige uma forma de ser amado. Ufa! Que tamanho estará o meu amor a esta altura, amo todos e ainda ouço reclamações. Caramba! Acredito que eles não amam ninguém, porque se amassem saberia como é difícil amar a tudo e a todos.