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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Antologia Poética

Poucos poetas brasileiros aliaram grande refinamento estético a uma enorme popularidade como Vinicius de Moraes. Seus versos marcaram a literatura brasileira ao longo de mais de cinqüenta anos, e alguns deles são conhecidos de cor até mesmo por pessoas pouco habituadas à leitura de poesia.
No vídeo a seguir, o Prof. Fernando Marcílio, do Anglo, resume a obra para vocês:
 
















Bons estudos!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Capitães da Areia

Publicado em 1937, por Jorge Amado, Capitães da Areia causou escândalo: exemplares do livro foram queimados publicamente, por determinação do Estado Novo.
A narrativa não perdeu sua força nem atualidade, pelo contrário: a vida urbana dos meninos pobres e infratores ganhou contornos trágicos e urgentes. Capitães da Areia, a história crua e comovente de meninos pobres que moram num trapiche em Salvador é um clássico absoluto dos livros sobre a infância abandonada. Assombrou e encantou várias gerações de leitores e permanece hoje, tão atual quanto na época em que foi escrito.

A seguir, um video do Prof. Fernando Marcílio, do Anglo, que resume a obra:

Bons estudos!

Vidas Secas

Escrito entre 1937 e 1938, por Graciliano Ramos, Vidas Secas é um marco no Modernismo brasileiro, pois faz uma crítica a pobreza no sertão nordestino. Neste livro, o autor se mostra mais humano, sentimental e compreensivo, acompanhando o pobre vaqueiro Fabiano e sua família com simpatia e uma compaixão indisfarçáveis. Além de ser o mais humano e comovente dos livros de ficção de Graciliano Ramos, Vidas Secas é o que contém maior sentimento da terra nordestina, daquela parte que é áspera, dura e cruel, sem deixar de ser amada pelos que a ela estão ligados teluricamente. O que impulsiona os seres desta novela, o que lhes marca a fisionomia e os caracteres, é o fenômeno da seca. Representa ainda uma evolução na obra de Graciliano Ramos quanto ao estilo e à qualidade estritamente literária.


No video a seguir, o Prof. Fernando Marcílio, do Anglo, resume a obra para vocês:


Bons estudos!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A Cidade e as Serras

A Cidade e as Serras de Eça de Queirós, foi publicado em 1901, um ano após a morte do autor. Pertence a última fase de Eça, em que ele se afasta do Realismo e da crítica social.
Nesse livro, Queirós faz uma comparação entre a vida módica e agitada de Paris e a vida tranquila e pacata na cidade serrana de Tormes.

No vídeo a seguir, o Prof. Fernando Marcilio, do Anglo, resume a obra para você:


Bons Estudos!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Cortiço

Publicado por Aluísio Azevedo em 1890, O Cortiço é uma obra marcante do Naturalismo no Brasil, onde os personagens principais são os moradores de um cortiço no Rio de Janeiro.
O autor descreve a sociedade da época e os problemas enfrentados pelas diferentes classes sociais.

No vídeo a seguir, o Prof. Fernando Marcilio, do Anglo, explica a obra de uma forma resumida:


Bons estudos!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Dom Casmurro

Escrito em 1899, por Machado de Assis, Dom Casmurro é uma das obras mais marcantes do Realismo no Brasil. O livro apresenta o relato de Bentinho, que se crê traído pela mulher, Capitu, e pelo seu melhor amigo, Escobar.
Bento escreve sobre suas lembranças da juventude, sua vida no seminário, seu caso com Capitu e o ciúme que teve desse relacionamento.

Veja também o vídeo do prof. Fernando Marcilio, do Anglo, que explica resumidamente o livro:


Bons estudos!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Iracema

onsiderado por muitos um "poema em prosa", Iracema é uma das maiores obras do Romantismo. Em 1866, Machado de Assis falou sobre a obra, no Diário do Rio de Janeiro:
“Tal é o livro do Sr. José de Alencar, fruto do estudo e da meditação, escrito com sentimento e consciência… Há de viver este livro, tem em si as forças que resistem ao tempo, e dão plena fiança do futuro… Espera-se dele outros poemas em prosa. Poema lhe chamamos a este, sem curar de saber se é antes uma lenda, se um romance: o futuro chamar-lhe-á obra-prima.”

Conta a história de amor entre Iracema, uma índia tabajara e Martim, um guerreiro português. O enredo é uma alegoria da colonização do país, e a protagonista simboliza a união entre o homem e a natureza. Além de ser uma analogia ao surgimento da terra natal do autor, o Ceará. Tendo o filho desse casal como o primeiro cearense, fruto da miscigenação de raças.

No vídeo a seguir o Prof. Fernando Marcílio, do Anglo, resume a obra para vocês:


Bons estudos!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Auto da Barca do Inferno

Escrito por Gil Vicente em 1517, O Auto da Barca do Inferno se encaixa num modelo de transição da Idade Média para a Idade Moderna, no qual se começava a priorizar o lado "humano". Os autos eram tipos de "peças teatrais" escritos na época.
Sua importâcia é enaltecida até hoje, pois foi Gil Vicente que introduziu esse tipo de narração em Portugal, e também começou a escrever esses autos, voltados para o entretenimento do povo. Usando a ironia, como sua principal forma de fazer humor

Trata-se de uma alegoria dramática: duas são as barcas em que os personagens podem subir; a do Inferno, munida do Diabo, e a da Glória, encabeçada pelo Anjo. Em cena, é realizado o auto do julgamento das almas, e a maior parte delas segue na primeira barca. Entre os "réus", um agiota, um sapateiro rico, um tolo, uma alcoviteira, um usurário, quatro cavaleiros e um frade corrupto, além de outros representantes da humanidade. Muito mais do que uma sátira da sociedade lisboeta em princípios do século 16, mais do que uma farsa ou um auto de moralidade (embora também o seja), "Auto da Barca do Inferno" é um bem-humorado arrazoado dos vícios que corroem o mundo e uma crítica – infelizmente ainda válida – à organização da sociedade dos homens. Gil Vicente é considerado o primeiro dramaturgo da língua portuguesa, e esta nova edição traz o texto vicentino completamente anotado pela professora Jane Tutikian, que também assina a introdução.

Neste vídeo do Prof. Fernando Marcilio, do Anglo, temos uma explanação resumida da obra.

Bons estudos!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Memórias de um Sargento de Milícias


Memórias de um Sargento de Milícias é um romance escrito por Manuel Antônio de Almeida, publicado entre 1852 e 1853. Narra a história de Leonardo Pataca, um vadio que acaba se transformando num sargento de milícias.
É um livro marcante na literatura brasileira pois misturou o romantismo da época com algumas características do modernismo, que estava por vir.
Por isso, hoje em dia é literatura obrigatória para os estudantes que pretendem prestar vestibular.
Confira aqui um video do prof. Fernando, do Objetivo de São Carlos, no qual ele explica de uma forma clara e resumida essa obra.

Lembrando que essa é a primeira parte, se quiser, continue assistindo as outras partes que se encontram na parte de sugestões de videos.

Bons estudos!